O relatório come o mês da sua agência. Veja o que a gente constrói no lugar.
Cinco dias úteis por mês montando apresentação que ninguém lê, briefing em cinco formatos diferentes e um CPA que ninguém explica. Três gargalos de agência e o software que tira cada um.
por Zechim
Pergunte a um dono de agência onde o time sênior gasta o tempo e a resposta é desconfortável. Estrategista, que foi contratado para pensar, passa a segunda metade de todo mês montando relatório.
Esse é o formato do problema. Aqui estão os três lugares onde ele realmente morde, e o que o software faz em cada um.
1. Os últimos cinco dias úteis pertencem ao relatório
O padrão é idêntico em toda agência: fecha o mês e o time começa a tirar print. Meta Ads. Google Ads. GA4. O CRM do cliente, se deram acesso. Cola no template da apresentação, escreve um parágrafo de insight embaixo de cada gráfico, alinha internamente, envia.
O cliente abre, bate o olho no número principal e arquiva. No mês seguinte você faz de novo.
É trabalho de esforço alto e margem baixa que ninguém quer e todo mundo faz. E é quase inteiramente mecânico: as mesmas plataformas, as mesmas métricas, o mesmo template, números diferentes.
O que a gente constrói: um agente que puxa de cada plataforma de mídia e do CRM do cliente, preenche o relatório e rascunha o comentário. Não "aqui estão os números", mas "o CPA subiu 30 por cento neste mês porque o criativo X perdeu performance a partir do dia 12, enquanto o público de retargeting saturou". O estrategista revisa e afia em uma hora, em vez de montar do zero durante uma semana.
O ponto não é que a IA escreve insight melhor que o seu estrategista. Não escreve. O ponto é que o estrategista começa de um rascunho com o dado já correto, e gasta a hora na parte que exige cabeça.
2. Cada estrategista escreve briefing de um jeito
Atendimento pega a call. Planejamento escreve alguma coisa. Criação recebe outra coisa. Três formatos, três níveis de detalhe, e um conjunto de perguntas que só é feito quando alguém lembra de fazer.
O custo é invisível até você procurar: o mesmo erro se repete entre contas porque nada registrou ele na primeira vez, e integrar um estrategista novo significa ensinar um processo que só existe na cabeça dos outros.
O que a gente constrói: um agente de coleta estruturada. O cliente conversa com ele no WhatsApp ou em um chat, em linguagem normal, e ele faz as perguntas padrão da agência na ordem da agência. Ele insiste quando a resposta é vaga. O que sai do outro lado é um documento de briefing preenchido no seu formato, entregue no fluxo que o time já usa.
O processo da agência deixa de ser conhecimento tribal e passa a rodar igual toda vez, inclusive às 21h quando o cliente finalmente responde.
3. Ninguém explica o custo de aquisição rápido o suficiente
O cliente pergunta por que o CPA subiu. A resposta honesta é "me dá um dia". Você abre Meta, depois Google, depois GA, depois a planilha, e cruza na mão. Quando você tem uma história, o problema tem duas semanas e o cliente já formou uma opinião sobre a sua competência.
O que a gente constrói: uma camada conversacional sobre o dado de mídia. "Qual criativo tem o melhor ROAS neste mês." "Qual público está saturando no Meta." "De onde veio o aumento de CPA, por canal." O agente consulta o dado ao vivo e responde em segundos, o que significa que o estrategista responde na call em vez de prometer retorno.
É o mesmo padrão de "conversar com o seu dado" que a gente usa no varejo e em todo o resto. As fontes mudam. O formato não.
O que isso não é
Não é gerador de copy. Existem cem deles e o seu time de criação não precisa de mais um.
Não é ferramenta que substitui estrategista. Cada um desses agentes produz um rascunho que um humano assina. A agência continua responsável pelo pensamento, que é aquilo que o cliente está de fato pagando.
E não é plataforma para alugar para sempre. A gente constrói dentro do seu stack, entrega e documenta. Se você nunca mais quiser falar com a gente depois do lançamento, foi um projeto bem-sucedido.
Por que isso pesa mais em agência do que na maioria dos negócios
Economia de agência é economia de headcount. Crescer significa contratar, contratar significa treinar, e treinar significa gente sênior parando de fazer trabalho sênior. Cada hora que você tira da pilha mecânica é uma hora que vai para um cliente ou que não precisa ser contratada.
O catálogo do que construímos para agências cobre a lista completa, incluindo monitoramento de concorrência e fluxo de aprovação. Os três acima são só os que aparecem na primeira conversa, sempre.
Se semana de relatório é uma coisa real na sua agência, trinta minutos bastam para descobrir qual pedaço vale automatizar primeiro.